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Perguntas Frequentes

Por quê a Unimed e o IPERGS não são chamados para negociação?

Sobre a UNIMED:

A UNIMED é uma cooperativa exclusivamente formada e gerida por médicos em todas as instâncias deliberativas da entidade. Desta forma, não se enquadra para entrar na roda de negociações da CEHMRS em função de motivos definido a abaixo: O foro adequado para decisões de qualquer natureza na definição dos rumos e das estratégias de gestão da cooperativa é a Assembléia Geral na qual todos os cooperativados tem assento garantido, onde todas as decisões podem e devem ser discutidas, o que inclui a remuneração médica;

Para o cooperativado, no final de cada exercício há a distribuição de resultados, que no ano passado equivaleu à media da produção mensal.

A Unimed oferece o seu plano de saúde na cobertura da assistência médica ao médico cooperado; Objetivando: da mesma forma que é imprescindível a efetiva participação do médico cooperativado nas assembléias da sua Unimed para a decisão sobre os rumos da sua cooperativa, é indispensável a participação do médico nos eventos de suas entidades representativas na luta pela valorização da sua profissão.

IPERGS: As negociações com o IPERGS são regulamentadas pela Lei Estadual nº 12.134/2004, art.22, que criou o Grupo Paritário do Ipe-Saúde. O GP é formado pelas entidades médico-hospitalares (AMRIGS, CREMERS, SIMERS, FEHOSUL, ARGHS, Federação das Santas Casas e SINDIHOSPA). Periodicamente são realizadas reuniões do GP, pautando-se enquadramento de procedimentos, qualificação e remuneração de todos os produtos e serviços relacionados à assistência médica da Autarquia Estadual.

Quais são as propostas da CEHM-RS?

A mesa coordenadora da Comissão Nacional de Honorários Médicos (CNHM) definiu que as comissões estaduais deverão negociar com as operadoras de planos de saúde os seguintes itens: o reajuste deve ser apliacado não só as consultas (cujo valor de referência é de R$ 80,00), mas também aos procedimentos médicos;

Os contratos devem conter claramente o índice que determinará os reajustes, sua periodicidade, assim como critérios para credenciamento, descredenciamento e glosa;

A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) deve ser defendida como referencial de hierarquização na saúde suplementar;

Apoio aos projetos de lei que abordem temas referentes a reajustes e à adoção de contratos com critérios claros;

Fim da interferência antiética das operadoras de planos de saúde no trabalho dos médicos.

Quem são os integrantes da CEHM-RS?

A Comissão Estadual de Honorários Médicos do RS é presidida pelos dirigentes das três entidades médicas do Estado: Dr. Fernando Weber Matos, Presidente do CREMERS; Dr. Dirceu Rodrigues, Presidente da AMRIGS; e Dr. Paulo de Argollo Mendes, Presidente do SIMERS. As entidades designam representantes para operacionalizar a comissão. Os representantes são: Dr. Iseu Milman, Diretor do CREMERS ; Dr. Jorge Utaliz, Diretor de Relações Associativas e Culturais da AMRIGS; e Dr. Jorge Eltz, Diretor do SIMERS. Os representantes operacionais são assessorados pela Assistente Pleno do CREMERS, Verônica Soares Cuba; a Gerente de Defesa Profissional da AMRIGS, Maria da Graça Schneider; e a Assessora da diretoria do SIMERS, Cristiana Menezes.

Como funciona a CEHM-RS?

A comissão realiza reuniões periódicas para discutir e debater estratégias que agilizem as negociações de implantação da Classificação Brasileira de Honorários Médicos (CBHPM), por todas as operadoras de saúde atuantes no Estado.

O que é Comissão Estadual de Honorários Médicos do RS (CEHM-RS)?

A Comissão Estadual de Honorários Médicos do RS (CEHM-RS) é formada por representantes das entidades médicas AMRIGS, CREMERS e SIMERS. O objetivo da comissão é propor ações para melhorar as condições de trabalho dos médicos que atuam e na Saúde Suplementar do Rio Grande do Sul. A comissão busca garantir também respeito para com a classe médica.